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. João de Almeida Torto terá sido um português residente em Viseu que em 1540 terá tentado voar com um sistema de asas inventado e fabricado por si mesmo. Conta-se que em 20 de Junho de 1540, João Torto terá subido ao cimo da Sé de Viseu onde havia construído, com a permissão da Igreja, uma rampa de lançamento, para daí se lançar com as asas que inventara. A experiência teve lugar por volta da cinco horas da tarde, perante uma multidão expectante. De acordo com os relatos da época, terá conseguido em parte voar, tendo aterrado em cima do telhado da Capela de São Mateus, mas logo tombando sobre as asas, o que lhe provocou lesões que o conduziram à morte. |
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O voo de João de Almeida Torto (Viseu, 1540)
Bartolomeu de Gusmão o "Padre Voador"
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Os franceses pretendem ter a glória da descoberta dos aeróstatos, dizendo que é devida aos irmãos Joseph-Michel e Jacques-Étienne Montgolfier, de Annonay, no ano de 1783. Tal que a partir de 13 de Agosto de 1883 solenizaram naquela pequena cidade, o seu centenário, como berço da aerostatação.
Está porém, bem documentado, que o padre luso-brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão, inventara uma "instrumento de andar sobre o ar", três quartos de século antes das experiências dos irmãos Montgolfier, em 1709, e sonhara com um engenho que permitiria ao seu possuidor, dominar o mundo. |
1ª Travessia aérea do Atlantico Sul (1922)
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“Volto a debater com o Comandante Gago Coutinho a nossa situação que parece bastante grave. Devemos estar a 650 milhas do Penedo e não temos mais de oito horas e meia de combustível.
Para chegarmos precisaríamos voar a 80 milhas por hora e estamos caminhando a 72 milhas por hora.
O lógico, o prudente, seria voltar para trás, mas a má impressão que se produziria, se assim fizéssemos, seria enorme.
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1ª Viagem aérea Portugal - Macau (1924)
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«A visibilidade piora a cada momento. Procuramos subir, apesar disso, na esperança de uma atmosfera mais fresca... o “Pátria” começa a afundar-se lentamente, a perder altura, não conseguindo sustentar-se na atmosfera rarefeita e ardente... Sofremos horrorosamente. Gouveia desapertado, mal pode respirar. Brito Pais transpira copiosamente, e eu necessito de toda a energia dos meus nervos para continuar lutando... às dez horas e trinta e cinco, estamos a trezentos metros do solo. A descida acelera-se num furacão de areia, em que o “Pátria” se debate lastimosamente...»
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A viagem do "Dilly" em 1934 (Raid aéreo Lisboa, Timor, Macau, Índia, Lisboa)
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Apanhámos Timor por alturas de Liquiçá e chegamos a Dilly, onde nos esperava, já, numa intensa alegria, muita daquela gente que nós íamos saudar e muitos daqueles indígenas a quem queríamos mostrar um avião de Portugal. O campo, visto do ar, marcado por enorme Cruz de Cristo, tinha um aspecto interessante. Havia uma mancha branca, produzida pelas fardas e fatos dos europeus, e havia também, uma mancha polícroma, originada pelos indígenas de várias tribos que no interior, tinham já chegado, com os seus batuques e grandes bandeiras de Portugal. Sobrevoei, durante algum tempo, a pequena cidade, quase escondida nos Palmares, e dei várias voltas sobre o campo, tentando ver as suas melhores faixas.
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Quando os Americanos atacaram Macau (1945)
Desde a ocupação de Hong Kong em 8 de Dezembro de 1941, até ao final da Guerra, Macau ficaria totalmente isolado e sujeito a bloqueios marítimo e terrestre. Apesar do isolamento provocado pelo cerco, chegaram à cidade um elevado numero de refugiados que provocaram a quintuplicação da população residente, que quase alcançou os números actuais, porém numa menor extensão territorial, agravando a escassez de alimentos e outros bens, conduzindo ao drástico racionamento de géneros alimentícios entre outras dificuldades.
O total isolamento de Macau neste período, repetidos rumores de que os japoneses teriam decidido entrar pelas Portas do Cerco (fronteira entre o território português de Macau e a China) aumentavam os receios de uma invasão. que ganhavam outra dimensão com a presença de 20 mil soldados nipónicos do outro lado da fronteira e com um “quartel-general” japonês numa casa da Avenida Ouvidor Arriaga.
Porém o receado ataque não viria das forças japonesas!
O total isolamento de Macau neste período, repetidos rumores de que os japoneses teriam decidido entrar pelas Portas do Cerco (fronteira entre o território português de Macau e a China) aumentavam os receios de uma invasão. que ganhavam outra dimensão com a presença de 20 mil soldados nipónicos do outro lado da fronteira e com um “quartel-general” japonês numa casa da Avenida Ouvidor Arriaga.
Porém o receado ataque não viria das forças japonesas!
A conquista do ar
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| Primeiro voo dos irmãos Wright |
Há cem anos, os donos de uma oficina de bicicletas fizeram voar um aparelho a motor. Na planície ventosa de Kitty Hawk, na Carolina do Norte, um voo de 36 metros realizado em 12 segundos, faziam Orville e Wilbur Wright entrar na História.
Voar, ultrapassar os limites terrenos e, alcançando o céu, aproximar-se dos deuses, parece ter sido uma aspiração constante da humanidade, bem documentada em numerosos mitos, dos quais o de Ícaro é o mais conhecido.
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