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Apanhámos Timor por alturas de Liquiçá e chegamos a Dilly, onde nos esperava, já, numa intensa alegria, muita daquela gente que nós íamos saudar e muitos daqueles indígenas a quem queríamos mostrar um avião de Portugal. O campo, visto do ar, marcado por enorme Cruz de Cristo, tinha um aspecto interessante. Havia uma mancha branca, produzida pelas fardas e fatos dos europeus, e havia também, uma mancha polícroma, originada pelos indígenas de várias tribos que no interior, tinham já chegado, com os seus batuques e grandes bandeiras de Portugal. Sobrevoei, durante algum tempo, a pequena cidade, quase escondida nos Palmares, e dei várias voltas sobre o campo, tentando ver as suas melhores faixas.
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